Blog

Postado em 06 de Agosto de 2014 às 15h36

VIAGEM A CHINA E HONG KONG

participaçoes SCL (24)
SCL Consultoria e Negócios Internacionais Novo Conteúdo 01 No período entre 05/07/2014 à 11/07/2014, Liandra De Marco sócia proprietária da empresa SCL Consultoria e Negócios Internacionais Ltda, esteve...

No período entre 05/07/2014 à 11/07/2014, Liandra De Marco sócia proprietária da empresa SCL Consultoria e Negócios Internacionais Ltda, esteve visitando fábricas de fornecedores e prospectando novos mercados na Cidade de Shenzen - China e Hong Kong .
Auxiliando os clientes a identificar e qualificar fábricas e fornecedores em suas necessidades de busca de produtos. Através de seu Know-how faz o acompanhamento em viagens internacionais com o intuito de fomentar negócios para seus clientes.

Shenzhen (em chinês: 深圳; pronuncia-se: ʂə́ntʂə̂n) é uma das maiores e mais importantes cidades da China, localizada na província de Guangdong, no sul do país, ao norte de Hong Kong. Foi a primeira cidade chinesa a abrigar uma zona econômica especial, implementada pelo governo chinês em 1979 e que transformou radicalmente a cidade, fazendo sua população crescer mais de 5000% nesses últimos 33 anos, e sua economia, mais de 9000% desde então. De fato, o poderio econômico e influência populacional hoje apresentada por Shenzhen — figurando hoje como um dos principais centros financeiros, urbanos, culturais e administrativos da China atual — é fruto do investimento estrangeiro, baseado na política da "abertura para o Ocidente".

Shenzhen era um pequeno vilarejo de pescadores, com 30 000 habitantes, até se tornar, em 1980, a primeira Zona Econômica Especial da China – nome dado a regiões com regime legal diferenciado para abertura de mercado, diversificação da produção e estímulo à exportação. Desde então, o PIB local passou de 400 milhões de dólares para 114 bilhões de dólares – um salto de 284 000%. Com aproximadamente nove milhões de habitantes e a maior renda per capita do país (92 771 yuans, segundo dados de 2009), esta é a cidade que mais cresce no mundo, de acordo com o Serviço de Comércio dos Estados Unidos. Shenzhen também é o principal centro financeiro da China e possui o quarto maior porto do mundo em movimentação. Além disso, constitui um pólo industrial e tecnológico, sendo sede de algumas das empresas mais sofisticadas do país, incluindo duas gigantes dos equipamentos de telecomunicações, a Huawei e a ZTE.

Como um dos principais centros financeiros internacionais, Hong Kong tem uma grande economia de serviço capitalista caracterizada pelo baixo nível de impostos e pelo livre comércio, sendo que a sua moeda, o dólar de Hong Kong, é a oitava mais negociada no mundo. Seu pequeno território e a consequente falta de espaço causou uma forte demanda por construções mais densas e altas, o que desenvolveu a cidade como um centro para a arquitetura moderna e a tornou uma das mais verticais do planeta. Hong Kong também tem um dos maiores PIB per capita do mundo. O espaço denso também resultou numa rede de transportes altamente desenvolvida, com uma taxa de transporte de passageiros superior a 90%, a maior do mundo. Hong Kong tem  boas colocações em classificações internacionais de vários temas. Por exemplo, sua liberdade e competitividade econômica e financeira, qualidade de vida, percepção de corrupção e indice de Desenvolvimento Humano (IDH) estão todos classificados nas mais altas posições. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que Hong Kong tenha a segunda maior expectativa de vida do planeta.

Com PIB nominal de US$ 273,66 bilhões e crescimento de 2,94% em 2013, Hong Kong posicionou-se como a
40ª economia do mundo. O setor de serviços é o principal ramo de atividade e respondeu por 93,0% do PIB,
seguido do industrial com 6,9%. Hong Kong apresentou, em 2013, superávit em transações correntes de US$
8,57 bilhões. O saldo da balança comercial de bens foi deficitário em US$ 60,6 bilhões. A balança de serviços,
por sua vez, registrou saldo positivo de US$ 66,08 bilhões.

Hong Kong foi o 26º parceiro comercial brasileiro, com participação de 0,9% no comércio exterior brasileiro em 2013. Entre 2009 e 2013, o intercâmbio comercial brasileiro com o país cresceu 74,6%, de US$ 2,39 bilhões para US$ 4,18 bilhões. Nesse período, as exportações aumentaram 

79% e as importações, 59%. O saldo da balança comercial, favorável ao Brasil em todo o período sob análise, registrou superávit de US$ 2,49 bilhões em 2013.
 Máquinas elétricas (circuitos integrados, aparelhos de telefonia/telegrafia, transformadores, circuitos impressos) foram o principal grupo de produtos da pauta das exportações de Hong Kong.

Em 2012, as máquinas elétricas representaram 41,8% do total; seguidas de ouro e pedras preciosas (ouro em bruto, diamantes, artigos de joalheria e suas partes, prata em bruto, bijuterias, pedras preciosas) com 15,8%; máquinas mecânicas (computadores, turbinas a gás, bombas de ar, aparelhos de ar-condicionado) com 14,0%. Seguiram-se: instrumentos de precisão (3,4%); plásticos (3,0%); e brinquedos (2,4%)

fonte:http://www.brasilglobalnet.gov.br

  • SCL Consultoria e Negócios Internacionais - HONG KONG
  • SCL Consultoria e Negócios Internacionais -

Veja também

Empresária Luciane Fornari ministra palestra na UNOESC 24/02/15 A Fornari Indústria com sete anos de história no mercado de equipamentos voltados as necessidades do agronegócio é hoje referência e destaque no país. Modelo de gestão, oferecendo sempre os melhores produtos e serviços a Fornari Indústria através da empresária, Luciane Fornari, foi convidada a ministrar uma palestra na última......
Avicultura espera semestre melhor para compensar ano morno 08/07/14 São Paulo- A indústria de aves do Brasil dependerá de um bom desempenho no segundo semestre para atingir suas projeções de crescimento para 2014, depois de um primeiro semestre marcado por um consumo mais moderado que o......

Voltar para Blog (pt)