O Brasil saiu novamente do Mapa da Fome da ONU ao reduzir a taxa de desnutrição grave para menos de 2,5 % entre 2022 e 2024, conforme o relatório SOFI da FAO. Isso reativa debates sobre segurança alimentar, políticas públicas eficazes e os reflexos para o comércio internacional.
O que importa para o agronegócio e para a atuação internacional
Essa vitória anual representa uma oportunidade de posicionamento:
Essa narrativa reforça a legitimidade global brasileira e reforça parcerias comerciais robustas com credibilidade.
Politicas públicas que fizeram a diferença (e inspiram confiança)
Programas como Bolsa Família, Brasil Sem Fome, apoio à agricultura familiar e alimentação escolar foram decisivos. A reconstrução dessas iniciativas desde 2023 gerou resultados expressivos em apenas dois anos.
O sucesso reforça a lógica de que políticas sociais estruturadas e coordenação interministerial aceleram impactos positivos, construindo cenário que combina inclusão e produtividade.
Panorama e desafios atuais
A FAO confirmou que a porcentagem da população em desnutrição grave caiu de cerca de 4 % (2020–2022) para menos de 2,5 % (2022–2024). Esse salto removeu o país do indicador de risco extremo de fome.
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Implicações estratégicas para o comércio exterior
Essa evolução fortalece a imagem do Brasil como um fornecedor capaz de unir responsabilidade social e produção agropecuária de alta escala. Empresas exportadoras podem explorar essa narrativa para acesso a mercados que valorizam credibilidade.
Essa história cria potencial para narrativas integradas que aproximam sustentabilidade, impacto social e competitividade internacional.
Conclusão
A saída do Mapa da Fome é mais que um dado estatístico: é a reafirmação de um compromisso com segurança alimentar, políticas sociais eficazes e um agronegócio capaz de abraçar valores globais.