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Mega da Virada, importação e negócios: por que confiar em sorte é a estratégia mais cara que existe

Todo fim de ano, milhões de brasileiros apostam na Mega da Virada. A ideia é simples e sedutora: um bilhete, alguns números e a possibilidade de mudar tudo da noite para o dia. Não há nada de errado em sonhar. O problema começa quando essa lógica da sorte começa a contaminar decisões de negócio.

No mundo empresarial, especialmente em áreas como importação, expansão e planejamento estratégico, muita gente ainda procura a Mega da Virada dos negócios. O produto milagroso. O fornecedor secreto. A operação que vai “dar muito dinheiro” sem exigir estrutura, método ou preparo. A pergunta muda de forma, mas a lógica é a mesma: onde está o atalho.

A realidade é menos romântica e muito mais previsível. Assim como na Mega da Virada, alguém até ganha. Mas a chance de sucesso baseada apenas em sorte é mínima. E, nos negócios, o custo de errar não é perder alguns reais. É perder margem, tempo, credibilidade e, em muitos casos, o próprio negócio.

Liandra repete isso com frequência porque vê esse erro todos os dias: não existe milagre que substitua planejamento. Não existe “jeitinho” que resolva falta de conhecimento de mercado. Não existe fornecedor que salve uma compra mal feita. Não existe operação lucrativa construída sem estudo, dados, negociação, controle de custos e execução consistente.

Empresas que crescem de forma sustentável não apostam. Elas planejam. Elas estudam mercado. Elas testam. Elas erram pequeno. Elas ajustam. Elas constroem margem na origem, não na esperança. O resultado pode até parecer rápido para quem olha de fora, mas sempre foi precedido de trabalho sério.

A Mega da Virada é um bom símbolo para lembrar disso. Apostar não é estratégia. Sorte não é plano de crescimento. Milagre não é modelo de negócio. O que funciona, sempre, é método. É visão de longo prazo. É disciplina para fazer o que precisa ser feito mesmo quando não há aplauso imediato.

Na SCL, a conversa nunca começa com promessas fáceis. Ela começa com perguntas difíceis. Onde você está. Onde quer chegar. O que precisa ser estruturado. O que precisa ser ajustado. O que precisa ser abandonado. Planejamento não elimina risco, mas reduz drasticamente a chance de fracasso.

Se você quer tentar a sorte na Mega da Virada, tudo bem. Mas, quando o assunto é negócio, importação ou crescimento, a SCL acredita em outra lógica. Trabalho sério. Planejamento consistente. Decisão bem fundamentada. Isso não dá manchete, não viraliza, mas constrói empresas que continuam existindo quando o efeito da sorte passa.
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